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TIC, Educação e Web

Jorge Borges

A Tecnologia ao serviço da Educação

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  • 65 episodes
  • Avg 14 min
  • Portuguese
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  • Friday · 7 min

    Crise de Literacia Europeia

    A razão: um problema de competitividade e de democracia O Action Plan on Basic Skills — plano de ação sobre competências básicas, na minha tradução — foi apresentado pela Comissão Europeia a 5 de março de 2025 (COM(2025) 88) e abre com uma tese que mistura economia e cidadania. A competitividade e a coesão social da Europa começam em competências básicas sólidas, porque são elas que sustentam a criatividade, o pensamento crítico e a requalificação dos adultos. Perdê-las, lê-se no documento, não é apenas uma perda individual, mas uma perda para as sociedades europeias, num contexto de polarização crescente, de confiança institucional erodida e de manipulação da informação (European Commission, 2025). Os números que sustentam a tese são conhecidos de quem acompanha o PISA, mas reunidos compõem um quadro exigente. Segundo o plano, cerca de um em cada três jovens de 15 anos tem dificuldade em aplicar a matemática a situações reais e cerca de um em cada quatro não compreende textos básicos, valores do PISA 2022; 43 % dos alunos do 8.º ano ficam abaixo do nível básico em competências digitais; e, entre os adultos, só 56 % têm pelo menos competências digitais básicas, quando a meta para 2030 é 80 %. A diferença é de 24 pontos percentuais (80 − 56 = 24). Ao todo, a Comissão fala de 18 milhões de alunos com baixo desempenho e de 47,7 milhões de adultos pouco qualificados entre os 25 e os 64 anos. Somadas, as duas populações dão 65,7 milhões de pessoas (18 + 47,7 = 65,7), mas a soma serve apenas de ordem de grandeza, porque os grupos são distintos.

  • Friday · 22 min

    A crise silenciosa da leitura na Europa

    O plano de ação da Comissão Europeia e o subsequente Memorando de Varsóvia revelam que a Europa enfrenta uma crise significativa nas competências básicas, especialmente na leitura e literacia. Os dados recentes indicam que um número alarmante de jovens e adultos apresenta dificuldades em compreender textos e utilizar aptidões fundamentais, sendo esta descensão motivada por fatores socioeconómicos, escassez de professores e pelas distrações digitais. Para colmatar estas falhas, a União Europeia propõe estratégias que abrangem a intervenção precoce, a integração de novas tecnologias como a inteligência artificial, e a modernização dos currículos escolares. Adicionalmente, a criação da Coligação Europeia para a Literacia promove uma abordagem intersetorial, envolvendo escolas, bibliotecas e decisores políticos. Em Portugal, embora os resultados se mantenham próximos da média da OCDE, observa-se uma quebra acentuada na última década, reforçando a urgência de adotar medidas estruturais para melhorar o desempenho educativo.

  • Thursday · 8 min

    O Sofrimento Oculto

    O sofrimento que a escola não vê | inclusãoPublicado a Outubro 1, 2026 por Jorge Borges Onze relatos escritos por famílias, alunos, um orientador escolar e ativistas, reunidos por dois professores da Universidade de Málaga, mostram o que raramente cabe num relatório: o dia a dia de quem a escola não soube receber. Não é um estudo estatístico, nem pretende sê-lo. É um conjunto de vozes que obriga quem trabalha em escolas a olhar para aquilo que faz sem dar por isso.

  • Thursday · 22 min

    A exclusão dentro da escola inclusiva

    O podcast apresenta relatos na primeira pessoa de famílias, alunos, ativistas e profissionais da educação sobre a exclusão, o estigma e o sofrimento experienciados por alunos com deficiência nas escolas. Através de histórias de vida e micro-narrativas, a obra coral expõe as barreiras sistémicas, os diagnósticos limitantes e a indiferença burocrática presentes no quotidiano escolar tradicional. Paralelamente, as fontes contrapõem a esta realidade a urgência de uma educação inclusiva baseada na empatia, no reconhecimento da voz dos alunos e das famílias, e na transformação das práticas pedagógicas. Este processo coletivo de denúncia e resistência deu origem ao movimento social "Quererla es crearla", que ambiciona transformar a escola num espaço genuinamente acolhedor e justo para toda a infância.

  • Thursday · 9 min

    O Computador Biohíbrido

    Computadores com neurónios humanos já estão à venda: onde termina a máquina e começa o vivo?Desde 2025 é possível comprar um computador cujo componente mais invulgar não é um processador, mas um cultivo de neurónios humanos. À volta dele, os laboratórios mostram eletrónica que cresce com o tecido, dispositivos que se dissolvem no corpo e materiais que se curam sozinhos. Este artigo percorre o que já existe, o que ainda é só promessa e as perguntas que não convém adiar por muito mais tempo.Um computador com células vivas lá dentroO CL1 não parece ficção científica. Parece uma caixa. Foi apresentado em março de 2025 pela Cortical Labs, uma empresa de Melbourne, com um preço de lançamento de 35 000 dólares, e segundo a imprensa especializada as primeiras unidades começaram a ser expedidas no verão desse ano. Lá dentro, neurónios humanos cultivados a partir de células estaminais crescem sobre uma matriz de elétrodos que os estimula e regista a resposta. Um sistema interno de suporte de vida mantém as células nas condições de que precisam, e segundo a empresa consegue fazê-lo durante cerca de seis meses. Quem não quiser comprar a caixa pode alugar tempo de utilização à distância, num modelo a que a Cortical Labs chama «Wetware-as-a-Service».

  • Thursday · 12 min

    Computadores com neurónios humanos já são realidade

    Desde 2025 é possível comprar um computador cujo componente mais invulgar não é um processador, mas uma cultura de neurónios humanos. À volta dele, os laboratórios mostram eletrónica que cresce com o tecido, dispositivos que se dissolvem no corpo e materiais que se curam sozinhos. Este artigo percorre o que já existe, o que ainda é só promessa e as perguntas que não convém adiar por muito mais tempo.

  • Wednesday · 8 min

    Platão temia a escrita

    Platão desconfiava da escrita e nós desconfiamos do telemóvel Há mais de dois milénios que se escreve contra a escrita, e a queixa nunca chegou a envelhecer. Um ensaio recente de Marcos Alonso e um livro de três académicos italianos, comentados por Carlos A. Scolari no blogue Hipermediaciones, ajudam a perceber por que razão cada tecnologia nova traz o mesmo susto e o que isso muda na maneira como professores e alunos podem olhar para o telemóvel, para o ecrã e para a inteligência artificial.

  • Wednesday · 17 min

    Devemos proibir os telemóveis aos jovens?

    Platão desconfiava da escrita e nós desconfiamos do telemóvel Há mais de dois milénios que se escreve contra a escrita, e a queixa nunca chegou a envelhecer. Um ensaio recente de Marcos Alonso e um livro de três académicos italianos, comentados por Carlos A. Scolari no blogue Hipermediaciones, ajudam a perceber por que razão cada tecnologia nova traz o mesmo susto e o que isso muda na maneira como professores e alunos podem olhar para o telemóvel, para o ecrã e para a inteligência artificial.

  • Tuesday · 8 min

    Mitologia da IA Consciente

    Onde se analisa o ensaio do neurocientista Anil Seth, que desafia a crença popular de que a inteligência artificial poderá tornar-se consciente apenas por atingir um elevado nível de desenvolvimento. O autor argumenta que a consciência difere fundamentalmente da inteligência, estando intrinsecamente ligada aos processos biológicos da vida e do metabolismo, e não a meras simulações computacionais. Desta forma, sustenta que os sistemas digitais atuais não possuem capacidade de sentir, alertando para os perigos éticos e psicológicos de atribuir estatuto moral ou traços humanos a estas tecnologias. Em suma, as fontes sublinham a necessidade de distinguir entre simulação e realidade, defendendo que a obsessão em criar máquinas conscientes menospreza a natureza biológica humana.

  • Tuesday · 19 min

    A consciência exige biologia ou basta silício

    Em 2022, um engenheiro da Google afirmou que o chatbot em que trabalhava tinha sentimentos. A empresa dispensou-o por violação das regras de confidencialidade e o assunto pareceu arrumado. Não estava. O neurocientista Anil Seth, da Universidade de Sussex, venceu o Prémio de Ensaio Berggruen de 2025 com um texto que põe em causa a ideia de que basta uma máquina tornar-se suficientemente esperta para acordar por dentro. Fica aqui o que retive da leitura, com as dúvidas que ela deixa.

  • Tuesday · 21 min

    IA Agêntica e os Riscos da Autonomia

    Sobre um documento da Agência Espanhola de Proteção de Dados explora a inteligência artificial agêntica e os seus impactos na privacidade e no tratamento de dados pessoais. Diferente da IA generativa comum, os agentes de IA operam com autonomia e proatividade, decomponendo tarefas complexas em cadeias de raciocínio para atingir objetivos específicos. A fonte detalha diversas vulnerabilidades, como a interação direta com ambientes digitais e a integração de serviços externos, que exigem novas estratégias de governação. São propostas medidas de controlo rigorosas, incluindo a proteção de dados desde o desenho, a supervisão humana e a gestão ética da memória dos sistemas. O guia serve como uma orientação técnica para que responsáveis e encarregados de tratamento possam mitigar ameaças específicas e garantir o cumprimento normativo.

  • Tuesday · 7 min

    IA Agêntica e Privacidade

    Agentes de IA e dados pessoais: o que muda quando a máquina passa a agirPublicado a Setembro 28, 2026 por Jorge Borges Durante muito tempo, conversar com uma inteligência artificial resumia-se a fazer perguntas e esperar respostas. Os agentes de IA mudam o guião: recebem um objetivo, decidem os passos, consultam serviços, guardam memória e, no fim, fazem coisas. Em fevereiro de 2026, a Agência Espanhola de Proteção de Dados publicou um guia extenso sobre o que isto significa para os dados pessoais. Ficam aqui as notas de leitura, com o que me pareceu mais útil para quem usa, escolhe ou apenas quer compreender estas ferramentas.

  • September 25 · 13 min

    Saber a matéria não chega para ensinar

    Este podcast sintetiza conselhos essenciais de especialistas internacionais e dados sobre o sistema de ensino em Portugal para apoiar professores principiantes. A premissa central é que o domínio científico de uma matéria não garante, por si só, a capacidade de a ensinar eficazmente a outros. Através de testemunhos reais, as fontes sugerem estratégias práticas como a preparação logística, a utilização de materiais partilhados por colegas e a criação de narrativas envolventes. Aborda-se também o desafio dos docentes que entram nas escolas apenas com habilitação própria, sublinhando a importância da formação pedagógica contínua. O objetivo final é demonstrar que a docência de excelência se constrói através da prática, da mentoria e da capacidade de adaptação às necessidades dos alunos.

  • September 24 · 5 min

    O Pensamento de Chomsky

    A revista espanhola Ethic escolheu nove nomes para explicar o pensamento que hoje atravessa os debates sobre democracia, desigualdade, tecnologia e identidade. Lemos a lista com olhos de professor e fizemos uma pergunta simples: o que pode cada um destes autores fazer por uma turma do secundário, numa escola onde a inteligência artificial já entrou pela porta da frente? A Ethic publicou, a 17 de setembro, uma seleção de nove pensadores que, na leitura da autora, ajudaram a moldar muitas das políticas sociais e económicas das sociedades atuais: Noam Chomsky, Peter Singer, Martha Nussbaum, Slavoj Žižek, Michael Sandel, Judith Butler, Byung-Chul Han, Thomas Piketty e Yuval Noah Harari. O próprio texto começa por admitir que fechar um grupo destes é tarefa ingrata. Tem razão, e é precisamente por isso que vale a pena olhar primeiro para quem lá está. Feitas as contas, são sete homens e duas mulheres. Quatro nasceram nos Estados Unidos. O mais velho, Chomsky, é de 1928; o mais novo, Harari, de 1976. Não há ninguém de África nem da América Latina, e o conjunto inclina-se de forma bastante clara para o campo progressista, sem vozes liberais ou conservadoras de peso. Nada disto invalida a escolha. Mas convém dizê-lo aos alunos logo no início, porque uma lista de «mais influentes» é um argumento, não um facto. Pedir a uma turma que proponha o décimo nome, e que o defenda perante os colegas, ensina mais sobre critérios, fontes e vieses do que decorar os nove. Uma lista é sempre um ponto de vista.

  • September 24 · 26 min

    Nove pensadores para levar para a sala de aula

    A revista espanhola Ethic escolheu nove nomes para explicar o pensamento que hoje atravessa os debates sobre democracia, desigualdade, tecnologia e identidade. Lemos a lista com olhos de professor e fizemos uma pergunta simples: o que pode cada um destes autores fazer por uma turma do secundário, numa escola onde a inteligência artificial já entrou pela porta da frente? A Ethic publicou, a 17 de setembro, uma seleção de nove pensadores que, na leitura da autora, ajudaram a moldar muitas das políticas sociais e económicas das sociedades atuais: Noam Chomsky, Peter Singer, Martha Nussbaum, Slavoj Žižek, Michael Sandel, Judith Butler, Byung-Chul Han, Thomas Piketty e Yuval Noah Harari. O próprio texto começa por admitir que fechar um grupo destes é tarefa ingrata. Tem razão, e é precisamente por isso que vale a pena olhar primeiro para quem lá está. Feitas as contas, são sete homens e duas mulheres. Quatro nasceram nos Estados Unidos. O mais velho, Chomsky, é de 1928; o mais novo, Harari, de 1976. Não há ninguém de África nem da América Latina, e o conjunto inclina-se de forma bastante clara para o campo progressista, sem vozes liberais ou conservadoras de peso. Nada disto invalida a escolha. Mas convém dizê-lo aos alunos logo no início, porque uma lista de «mais influentes» é um argumento, não um facto. Pedir a uma turma que proponha o décimo nome, e que o defenda perante os colegas, ensina mais sobre critérios, fontes e vieses do que decorar os nove. Uma lista é sempre um ponto de vista

  • September 24 · 8 min

    IA e Pensamento Crítico

    Uma reportagem publicada esta semana na Nature reúne investigadores da psicologia cognitiva e da educação à volta de uma pergunta que muitos professores já fazem na sala de aula: se a inteligência artificial faz o esforço por nós, onde fica a aprendizagem? As respostas ainda estão incompletas. Mas há pistas sólidas sobre a forma como se ensina a pensar, e quase todas nos levam para o interior das disciplinas, para o desenho das tarefas e para muita prática. No início deste ano, Lixiang Yan, investigador em educação que leciona na Universidade Tsinghua, em Pequim, estava a preparar um curso online com a ajuda de um agente de inteligência artificial, o Codex. A meio do trabalho percebeu uma coisa desconfortável. O agente conseguia fazer tudo o que o curso pedia aos estudantes: resolvia as tarefas, respondia às perguntas, participava nas discussões. Um estudante podia chegar ao fim da unidade curricular sem ter pensado seriamente, uma única vez, sobre a matéria. Yan concluiu que ensinar os alunos a raciocinar pela própria cabeça se tornou mais importante do que alguma vez foi. O episódio abre a reportagem de Helen Pearson, «How to stay smart in the age of AI: the science of critical thinking», publicada na Nature a 23 de setembro. Passa-se numa universidade chinesa, mas quem dá aulas a uma turma de 9.º ano reconhece a cena sem grande esforço, só que com trabalhos de casa no lugar dos fóruns de discussão.

  • September 24 · 21 min

    A IA atrofia o pensamento crítico?

    Onde se analisa o impacto da inteligência artificial generativa no desenvolvimento do pensamento crítico e nos processos de aprendizagem em contexto académico. Especialistas alertam que a automatização de tarefas intelectuais pode eliminar o esforço cognitivo essencial para a retenção de conhecimentos, transformando a tecnologia numa muleta que prejudica o desempenho autónomo dos estudantes. A investigação sugere que esta competência não é uma faculdade genérica, mas sim uma prática que deve ser cultivada através de metodologias específicas dentro de cada disciplina. Para mitigar a erosão das capacidades mentais, propõe-se o desenho de exercícios que exijam justificação e reflexão, garantindo que a IA funcione como um apoio ao raciocínio em vez de um substituto para o pensamento original. Em suma, os textos defendem que a educação deve focar-se em proteger o trabalho intelectual que as máquinas conseguem replicar, mas não substituir verdadeiramente.

  • September 23 · 8 min

    A Cultura da Sanduíche

    «É para dar a nossa opinião ou a que está no livro?» Imaginemos esta pergunta numa sala de aula. Antes de a interpretar como preguiça ou provocação, vale a pena escutá-la. O aluno está a tentar perceber as condições do trabalho: até onde pode ir, que argumentos serão aceites, quanto lhe pode custar afastar-se do exemplo. A resposta do professor tem consequências. E a forma como esse trabalho será avaliado terá ainda mais. No artigo «La cultura del sándwich: cuando la mediocridad se convierte en sistema», publicado na Ethic, Antonio Guerrero Ruiz recorre à sanduíche mista como imagem de uma oferta cultural previsível. A partir do conceito de mediocracia de Alain Deneault, interroga organizações que favorecem a adaptação às suas regras e tornam mais difícil o reconhecimento de propostas independentes.

  • September 23 · 9 min

    A ditadura da sanduíche mista no ensino

    Onde se explora o conceito de mediocracia, um sistema social e cultural que privilegia a conformidade e a adaptação em detrimento do verdadeiro talento ou da inovação. Através da metáfora da "cultura do sándwich", o autor descreve como as instituições modernas premiam indivíduos que seguem regras e evitam riscos, confundindo frequentemente a visibilidade com o mérito real. Esta análise alerta para o perigo de as estruturas hierárquicas promoverem a incompetência e a homogeneidade, silenciando vozes críticas que poderiam desafiar o estado atual das coisas. O artigo sublinha que a verdadeira criação artística é muitas vezes incómoda e imprevisível, colidindo com sistemas que procuram apenas a autoperpetuação. Em última análise, defende-se a necessidade de uma sociedade culturalmente saudável que saiba valorizar a excelência em vez de se resignar a uma normalidade previsível e segura.

  • September 23 · 6 min

    Avaliar a aprendizagem real

    Um aluno entrega um trabalho bem escrito, organizado e com uma apresentação cuidada. O professor lê, aplica os critérios e atribui uma classificação. Mas ficam perguntas por responder: como chegou àquelas conclusões? Que dificuldades encontrou? Consegue explicar as escolhas que fez? O que aprendeu entre a primeira tentativa e a versão entregue? Estas perguntas atravessam o recurso Avaliação online no ensino superior: princípios, estratégias e boas práticas, desenvolvido no Mestrado em Pedagogia do Elearning da Universidade Aberta, sob orientação de Lúcia Amante e Elizabeth Souza. Publicado em julho de 2026, reúne contributos de estudantes sobre uma preocupação que interessa a qualquer professor: construir uma avaliação capaz de acompanhar e melhorar a aprendizagem.

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