

ARTE & SAÚDE MENTAL
uma angústia pode caber num desenho. e o desejo se inscrever em um poema. o luto pode encontrar voz na música a solidão se revelar numa fotografia… e um trauma se desdobrar em “pura ficção”. isso não significa que uma manifestação artística vai simplesmente dar conta das nossas questões emocionais. mas tudo aquilo que a gente vive psiquicamente pode ser externalizado e representado… e nesse processo de simbolização, também dá para inspirar e tocar as outras pessoas… e ainda provocar bons questionamentos. na atualidade, tem um grande paradoxo diante de todos nós: nunca houve tanto acesso a estímulos criativos e sensoriais, ao mesmo tempo que tem uma saturação de ruídos e conteúdo slop. e isso vai provocando um esvaziamento de sentido no consumo de objetos culturais. a gente sabe que a arte sempre foi um campo de elaboração do sofrimento humano. só que hoje essa capacidade fica tensionada com tantas formas novas de mal-estar: a hiperconectividade, a lógica algorítmica, a performance contínua de si e a dificuldade de sustentar experiências com profundidade… só pra nomear alguns sofrimentos. por isso vale a gente se perguntar: quais são relações entre arte e saúde mental ao longo da história? e no contemporâneo? — a arte na terapia e a arte como terapia. — a relação entre psicanálise e surrealismo… — o poder da interpretação e da catarse coletiva… e mais: como diferentes expressões artísticas podem atuar como dispositivos de projeção.. de deslocamento e transformação subjetiva? mam - curso ARTE & Saúde Mental: experiências do sensível. clique aqui outro episódio do Vibes em Análise citado: NOSTALGIA & REGRESSÃO para mais VIBES, acesse os perfis da float: Instagram TikTok assine nossa newsletter no Substack. faça parte do nosso grupo no Telegram. pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedke produção: Fernanda Ogasawara captação: Jessica Nunes edição e montagem: Jessica Correa arte: Gustavo Jácome


















